SOBRE DIVERSIDADE NA LITERATURA

Eu fiquei em dúvida se escrevia esse texto ou não, afinal, esse parece um assunto tão batido que qualquer coisa que eu disser, mil outros já disseram até melhor. Mas, então, por que estou aqui escrevendo isso? Bem, diversidade é um assunto tão importante que deveria ser repetido mil vezes, de milhares de formas diferentes; assim, quem sabe, as coisas não vão melhorando.

Vou ser um pouco mais específica e falar um pouco sobre diversidade na literatura (o que pode ser interessante tanto pra leitores, quanto pra outros escritores); não só sobre personagens diversos, mas sobre a importância de ter vozes diversas produzindo histórias. Gostou? Então vamos lá!

Untitled-5

Continuar lendo

Anúncios

SOBRE UMA GAROTA DESCABELADA

Minha mãe não sabia pentear meu cabelo. Eu amo muito essa mulher, mas é, ela não sabia como lidar com o meu cabelo. Isso não é culpa dela, claro, nós duas temos cabelos bem diferentes e ela fazia o melhor que podia. Ela segurava minha cabeça e penteava meu cabelo de cima pra baixo, sem desembaraçar as pontas antes e doía horrores. A verdade é que eu mesma demorei para aprender a me pentear, porque só com o tempo fui percebendo que não precisava fazer como minha mãe fazia ou como via outras garotas (lisas) fazerem. Demorou, mas eu aprendi a lidar. Não, é muito mais que isso: eu aprendi a amar meu cabelo.

Untitled-2

Continuar lendo

SOBRE A QUARTA (E ÚLTIMA) SEMANA DO NANO2016

O NaNo acabou e eu ainda tô aqui refletindo quem foi a pessoa que escolheu justo novembro pra esse desafio?

Esse finzinho de ano costuma ser bem corrido pra todos e não foi diferente pra mim. No começo do NaNo, como comentei aqui, estava bem empolgada e consegui manter os 2k por dia (o que, honestamente, me adiantou muito no projeto). A segunda semana já apresentou certas dificuldades, mas foi na terceira que eu comecei a quase pedir pra sair. Apesar de tudo isso, eu não estava preparada para o que a última semana desse mês estava me reservando.

nano4

Continuar lendo

SOBRE COMO O NANOWRIMO ME AJUDOU

Eu escrevo há muito tempo. Lembro que a primeira história que escrevi foi quando pediram no PROERD (é o programa, PROERD é a solução ♫) pra escrevermos sobre uma personagem envolvida com drogas. Me empolguei e acabou ficando bem maior do que era necessário. Depois disso, sempre estava escrevendo. Historinhas curtas ou entradas no meu diário; não importava, eu só precisava escrever.

Untitled-2

Continuar lendo

SOBRE COMO APRENDI A AMAR OS LIVROS

Lembro-me dos livrinhos amarelos. Era uma coleção de livros grandes e fininhos que minha tia emprestou para lerem para mim quando era pequena. O problema é que meus pais não gostavam (e ainda não gostam) de ler, então a maioria das vezes eu pegava os livros só para olhar as figuras e com isso já me divertia. Algumas vezes, porém, um dos meus irmãos se dispunha a ler algumas histórias pra mim e lembro-me de sempre ficar totalmente encantada ouvindo o que ia acontecer, mesmo que, por já ter visto muito as ilustrações, eu soubesse como terminaria. Algumas dessas histórias nunca foram lidas para mim, então mantenho na lembrança apenas as figuras e a narrativa que elas construíam.

Untitled-3

Continuar lendo