OBRAS

Sem Título-2.pngA rosa de Isabela: Isabela acaba de se mudar para uma pequena cidade no interior de São Paulo com a sua família e, enquanto suas irmãs ainda parecem se ajustar àquela nova realidade, a jovem sente-se confortável no novo ambiente. O infortúnio, porém, acaba entrando em suas vidas quando sua mãe se desespera, afirmando ter encontrado o monstro que habita a floresta, protagonista de uma antiga lenda da cidade. Decidida a tranquilizar sua mãe, Isabela vai à procura de tal fera e acaba se surpreendendo com o que encontra e com a proposta que recebe.
Um reconto LGBT+ de A Bela e a Fera.


Sem Título-2Sonhos que ganhei: Quando chegamos ao fim de ano, o espírito natalino está por toda parte. Os piscas-piscas, as árvores decoradas, os presépios montados, os infinitos panetones, os desconhecidos desejando “boas festas” e, claro, o CD da Simone tocando em todo lugar! Nos quatro contos dessa coletânea, você vai encontrar a magia do Natal invadindo de diferentes formas a vida desse pequeno grupo de pessoas. Com histórias sobre família, amor e amizade, SONHOS QUE GANHEI traz em cada uma de suas páginas um pouquinho da sensação prazerosa que costuma encher nossos corações durante essa época do ano.


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Formas reais de amar: Que soem os sinos da Abadia, pois uma nova princesa surgirá no nosso mundo em maio deste ano! E, no universo da Agência Página 7, outras quatro princesas chegam para conquistar a literatura nacional. Nesta nova coletânea, reunimos quatro escritoras para contar as virtudes e desventuras de futuras herdeiras ao trono que, com muita sutileza, inteligência e solidariedade, foram criadas para serem grandes líderes. Mas será que é possível governar uma nação e ainda assim controlar o próprio coração? Continuando a valorizar a perspectiva “own voices”, em que o autor escreve sobre algum aspecto de sua vivência, Formas Reais de Amar dá espaço para protagonistas não brancas alcançarem a imaginação dos leitores e cativarem seus corações.

Nessa coleção, Lavínia Rocha traz a rivalidade dos reinos Minas e Gerais, onde seus herdeiros têm que trabalhar juntos para amenizar os problemas sociais e políticos e acabam descobrindo que a parceria deles vai além do simples dever com a Coroa. Já Solaine Chioro conta a história da futura governante de Sídera, uma jovem que fez de tudo para fugir e esconder seus sentimentos, mas que agora tem que enfrentar não só o compromisso com seu reino, como lidar com suas inseguranças e se abrir para o amor. Olívia Pilar mostra como nem sempre conseguimos fugir do nosso destino, mas podemos nos adaptar a ele, narrando a trajetória da herdeira do Reino das Marés, que decide passar um tempo bem longe de casa, e o que era apenas um momento para descanso e reflexão acaba se mostrando um divisor de águas na vida dela. Agora, se a vida de uma princesa parece ser puro glamour, Valéria Alves revela que não é bem assim com a história de Catarina, que só queria comer pão de queijo durante o coffee break de uma simulação da ONU e acaba no meio da multidão em frente à Abadia de Santa Rita de Cássia, no evento mais importante do ano, e descobre que seu príncipe está mais perto do que ela imagina.


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Cantigas no escuro:

Ciranda cirandinha, vamos todos cirandar
Vamos dar a meia volta
Volta e meia vamos dar

Cantigas no Escuro é uma coletânea que reúne seis autoras brasileiras de literatura young adult fazendo uma releitura de cantigas de infância. Ambientada nos tempos atuais, as origens sombrias e fantásticas dos contos de fada são relembradas em contos recheados com as figuras que ambientam o imaginário popular.
Entre plantações de batatas, fantasmas esquecidos, corpos-secos e um anjo solitário, descubra um novo mundo que vai além da ciranda, cirandinha.

Organizada e editada por Laura Pohl, a coletânea reúne as vozes únicas de Iris Figueiredo (Confissões On-Line e Céu sem estrelas), Emily de Moura, Solaine Chioro (A rosa de Isabela), Jana Bianchi (Lobo de rua) e Gabriela Martins.


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Confetes e serpentinas: O que você pensa quando pensa em Carnaval? Duds Saldanha, Lorrane Fortunato, Rebeca Kim, Solaine Chioro, Olívia Pilar e Vanessa Reis respondem essa pergunta em seis histórias que se passam no feriado nacional mais celebrado, amado – e odiado – do país.

É hora de viajar pelo Brasil, seja curtindo na pipoca de Salvador ou presa no trabalho em plena capital paulista. Vamos botar o bloco na rua?


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Reticências: Joana (@vidaspretas) tem uma conta famosinha onde posta artes autorais com frases bacanas sobre vivências de pessoas negras. Davi (@caradaprefeitura), que trabalhava como freela de social media da prefeitura, entrou em contato com @vidaspretas e a contratou para ilustrar uma campanha para o mês da consciência negra. Os dois se aproximaram, trocaram muitas mensagens e acabaram continuando o contato mesmo depois do trabalho acabar. Quando saiu da prefeitura, Davi perguntou se ela queria adicioná-lo na sua conta pessoal, mas Joana gostou da ideia de manter o mistério, e sentiu que podia falar mais abertamente com ele sem saber quem estava do outro lado, por isso, Davi acaba criando uma conta só para falar com ela.
Há seis meses trocando mensagens, nenhum dos dois tomou a iniciativa de dizer quem realmente são na vida offline.
É quando Davi começa como temporário da empresa de marketing em que Joana trabalha e os dois se odeiam logo de cara, sem saber que são a crush virtual um do outro.


» Conto: Tisbe na caverna (Revista Pólen, 29 ed., 2017)

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